Cumbalacu

Povo não alcançado Fronteira

Cumbalacu

População2 mil
IdiomaBungku
ReligiãoIslã
Não alcançado
0%
Evangélicos
Povos MalaiosTukangbesi de Celebes
Quem são

Os cumbalacu, também grafados culambacu, são um pequeno povo austronésio da ilha de Sulawesi, na Indonésia. Vivem em dezenas de aldeias, quase todas no distrito de Wiwirano, no Sudeste de Sulawesi, com uma comunidade também em Buleleng, na região de Morowali, no centro da ilha. Na maioria das aldeias vivem poucas famílias cumbalacu, mas em uma delas, Lamonae, o povo forma a grande maioria dos moradores.

O nome carrega uma memória: segundo a tradição local, remete ao bambu muito alto plantado para marcar um lugar ligado à família real de seus antepassados. Eles guardam com orgulho a lembrança de uma rainha que teria sido irmã de reis de Ternate, Bungku, Makassar, Bone e Buton, e cujo túmulo continua sendo guardado.

Falam uma língua muito próxima do bungku e a transmitem aos filhos em casa, de modo que todos a dominam desde a infância. É um povo unido, que valoriza a paz, o cuidado mútuo e a preservação do que é seu.

História e origem

A tradição oral dos cumbalacu conta que sua rainha era irmã dos reis de Ternate, Bungku, Makassar, Bone e Buton. Quando as famílias reais se separaram, teriam enterrado ouro em um lugar chamado Tapunoini e plantado ali bambus muito altos para marcar o ponto. É dessa imagem que viria o nome do povo.

Por muito tempo, as aldeias viveram relativamente isoladas. Buleleng foi em outros tempos um antigo porto marítimo. A abertura de uma estrada, em décadas recentes, trouxe mudanças: pessoas de fora passaram a se estabelecer nas aldeias, em algumas chegando a ser maioria, e o contato com o mundo mais amplo cresceu.

Onde vivem
1
País
2 mil
População
PaísParcela do povoPopulação
Indonésia Não alcançado
100%
2.200
Como vivem

A vida cumbalacu gira em torno da comunidade. Quando alguém adoece, os vizinhos logo ficam sabendo e se mobilizam para ajudar, e diante de um conflito com forasteiros pessoas de todas as idades e de ambos os sexos se reúnem para responder juntas. Essa solidariedade é uma das marcas mais fortes do povo.

Nas aldeias convivem também moradores de outras etnias e religiões, recebidos em paz. Ao mesmo tempo, os cumbalacu prezam sua autonomia e o desejo de serem deixados em paz para viver à sua maneira. Em casa, os pais esperam que os filhos falem a língua do povo, e é assim que a identidade passa de geração em geração.

No que creem

Os cumbalacu são muçulmanos, e o islã faz parte de quem eles são como povo. A fé é vivida com firmeza: a comunidade não admite que seus membros sigam outra religião, e pertencer ao povo e ser muçulmano caminham juntos no entendimento de todos.

Isso convive com uma atitude acolhedora para com vizinhos de outras tribos e crenças, que moram entre eles sem hostilidade. O respeito ao próximo e a harmonia da aldeia são valores muito apreciados por eles, e merecem ser reconhecidos por quem deseja conhecê-los. Para eles, a identidade do povo e a fé caminham lado a lado, e qualquer conversa sobre Jesus precisa nascer de uma amizade verdadeira, feita com tempo, escuta e respeito pelos costumes da aldeia.

Religiões dos não alcançados
Islã100%
Idioma e Bíblia

A língua dos cumbalacu é muito próxima do bungku, idioma em que um trabalho de tradução da Bíblia já foi iniciado. Isso é um ponto de partida importante, mas ainda não há notícia de Escrituras preparadas especificamente para o falar do povo. Como o idioma é passado de pai para filho e usado no dia a dia, materiais em áudio e na língua do coração seriam um caminho natural para que a Palavra chegue às famílias.

A Bíblia na língua deste povo

Um povo só entende o evangelho de verdade quando o ouve na língua do seu coração. Veja em que estágio está a tradução.

Bungku Tradução iniciada
Gravações em áudio Não disponível Filme Jesus Não disponível

Dados de tradução: Joshua Project.

Progresso do evangelho entre os não alcançados
Cristãos (todas as tradições)0%
Evangélicos0%
Barreiras ao evangelho

Para os cumbalacu, ser do povo e ser muçulmano são uma só coisa, e a comunidade proíbe seguir outra fé. Soma-se a isso o desejo de preservar a vida da aldeia e de ser deixado em paz, o que torna difícil para qualquer pessoa de fora ser aceita. Até pouco tempo o isolamento geográfico também dificultava o contato, e provavelmente não há seguidores de Jesus entre eles, nem uma igreja que lhes seja próxima na língua e na cultura.

Necessidades

A maior necessidade é conhecer Jesus: provavelmente ainda não há quem possa lhes falar dele de dentro da própria cultura. Faltam Escrituras e materiais na língua do povo e pessoas dispostas a viver entre eles com paciência, aprendendo a língua e construindo confiança.

As mudanças trazidas pela estrada e pela chegada de forasteiros também pedem sabedoria, para que o povo possa preservar o que tem de bom e, ao mesmo tempo, encontrar esperança duradoura. Cada aldeia, mesmo a menor delas, merece ser visitada com cuidado, amizade e paciência.

Pelo que orar
Interceda por este povo
Por um movimento em direção a Cristo que nasça de dentro do povo cumbalacu.
Por um movimento em direção a Cristo que nasça de dentro do povo cumbalacu.
Por um movimento em direção a Cristo que nasça de dentro do povo cumbalacu.
Por fome espiritual no coração de homens, mulheres e jovens cumbalacu.
Por fome espiritual no coração de homens, mulheres e jovens cumbalacu.
Por obreiros dedicados que aprendam a língua e vivam entre eles com humildade e respeito.
Por obreiros dedicados que aprendam a língua e vivam entre eles com humildade e respeito.
Por Escrituras e áudios na língua do povo, ou bem próxima dela, chegando a cada aldeia.
Por abertura das famílias e líderes para ouvir a mensagem do evangelho sem medo.
Por abertura das famílias e líderes para ouvir a mensagem do evangelho sem medo.
Por proteção e comunhão aos primeiros que vierem a crer em Jesus.
Por proteção e comunhão aos primeiros que vierem a crer em Jesus.
Pelo surgimento de uma igreja saudável e enraizada na cultura cumbalacu.

Ore por Cumbalacu

Interceda por este povo junto com cristãos ao redor do mundo.

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