Povo
Os Koli Son são um pequeno povo do estado de Maharashtra, no oeste da Índia, ligado à grande família dos Kolis, comunidades espalhadas pelo oeste do país. Também são lembrados por nomes como Dongar e Raj Koli, que revelam o quanto a identidade deles está ligada à terra e ao lugar que ocupam na sociedade da região.
A palavra “koli” costuma ser associada a pescadores, mas entre os Koli Son a principal ocupação é a lavoura. São famílias de aldeia que cultivam a terra, criam animais e se sustentam com o trabalho das próprias mãos, em ritmo marcado pelas estações e pelas colheitas.
Falam o marati, língua dominante em Maharashtra, e parte deles também usa o concani. Vivem como uma comunidade com costumes, clãs e tradições próprias, pouco conhecida fora da região. Por serem poucos e discretos, raramente aparecem nos registros e nas conversas sobre os povos da Índia, mas cada família tem rosto, nome e história diante de Deus.
Pouco se registrou sobre as origens específicas dos Koli Son, e por isso a história deles se entende melhor dentro da dos Kolis em geral, uma antiga família de comunidades do oeste da Índia, conhecida em diferentes regiões por ofícios que vão da pesca à agricultura.
Os Koli Son permaneceram em Maharashtra, onde se fixaram em aldeias e vivem do cultivo da terra. Seus nomes alternativos, Dongar e Raj Koli, os ligam à grande comunidade dos Kolis. Quem busca entender esse povo precisa ouvi-lo de perto, aldeia por aldeia, porque os relatos que ele mesmo conta ainda são pouco conhecidos fora da região.
| País | Parcela do povo | População |
|---|---|---|
Índia Não alcançado
|
100%
|
1.900 |
A vida dos Koli Son gira em torno da roça. Arroz, nagli, varai e trigo estão entre os alimentos de base, e o cultivo costuma ser completado com a criação de gado, a produção de leite, a avicultura e o trabalho por diária quando a terra não basta. É uma economia de famílias que dependem da chuva, da safra e da ajuda mútua.
A família é nuclear, e o casamento ocupa lugar de destaque: o pagamento pela noiva é importante, as cerimônias duram de três a quatro dias e o divórcio e o novo casamento são permitidos. Costuma-se sepultar os mortos, embora em alguns casos haja cremação. Em algumas aldeias a vida cotidiana ainda convive com a falta de eletricidade, de água limpa e de acesso a cuidados de saúde.
A maioria dos Koli Son segue tradições hindus. Cada clã tem a sua própria divindade, que costuma ser honrada em festas, promessas e rituais da família. A fé, aqui, não é só uma crença pessoal: é herança do clã, ligada aos antepassados, à aldeia e ao calendário de celebrações da comunidade.
Os dados sobre cristãos entre eles variam bastante conforme a fonte, e o povo segue sendo considerado não alcançado pelo evangelho. Como a religião pertence ao clã, mudar de fé pode afetar o lugar da pessoa na família e na comunidade.
Os Koli Son têm acesso a Escrituras na língua que lhes é mais próxima: o marati conta com a Bíblia completa, com o Novo Testamento e com porções traduzidas há muito tempo, além de gravações em áudio, versões do filme sobre a vida de Jesus e aplicativos. O material existe e está disponível. O desafio, portanto, não é a falta de tradução, mas fazer com que essa Palavra chegue às aldeias, seja ouvida e compreendida por quem ainda não conhece o evangelho.
Um povo só entende o evangelho de verdade quando o ouve na língua do seu coração. Veja em que estágio está a tradução.
- Tradução iniciada Concluída
- Porções Concluída
- Novo Testamento Concluída
- Bíblia completa Etapa atual
Dados de tradução: Joshua Project.
Para os Koli Son, a religião do clã faz parte de quem se é. Cada clã tem sua divindade, e seguir outro caminho pode ser visto como afastar-se da família e da comunidade. Somam-se a isso o tamanho reduzido do povo e a vida em aldeias dispersas, o que torna raro o contato com cristãos que compreendam a cultura local. Há também poucos trabalhadores dedicados a levar o evangelho especificamente a este povo.
Algumas aldeias ainda carecem de eletricidade, de água limpa e de acesso a cuidados médicos modernos. Programas de alfabetização e de melhoria das escolas ajudariam a abrir novas possibilidades para as próximas gerações, e cada melhoria concreta é também uma forma de mostrar o cuidado de Deus pelas famílias.
Acima de tudo, os Koli Son precisam ouvir, na sua língua e por meio de pessoas em quem confiem, a mensagem de Jesus Cristo. Precisam de discípulos locais, de amizade e de comunidades de fé que cresçam de dentro, respeitando a cultura e as famílias.
Ore por Koli Son
Interceda por este povo junto com cristãos ao redor do mundo.
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